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Sem efeito

Julia Duailibi

05 Junho 2013 | 16h58

Não funcionou a tentativa do PRB, que lançou no ano passado Celso Russomanno a prefeito de São Paulo, de trazer alguém de fora do partido para comandar a sigla no Estado. O partido convidara o economista Marcos Cintra, que ocupou o cargo por quatro meses até ser preterido na escolha para comandar uma secretaria do governo Geraldo Alckmin (PSDB) – ele queria ser secretário de Desenvolvimento Social, mas o partido acabou indicando o empresário Rogério Hamam. O convite a Cintra fazia parte do esforço do PRB de se desvincular da Igreja Universal do Reino de Deus, já que lideranças da legenda são da denominação.

Quem assumiu o cargo foi Marcos Pereira, que é o presidente nacional do PRB e que está no comando das articulações para 2014, quando o partido tende a apoiar a reeleição de Alckmin, em São Paulo, e a de Dilma Rousseff (PT), na Presidência. Pereira acumulará a função em São Paulo, região considerada estratégica para o partido, com a nacional.

 

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