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PT usará fundo para financiar campanha interna

Julia Duailibi

30 de janeiro de 2013 | 19h42

O PT pretende usar pela primeira vez o Fundo Eleitoral Interno (FEI) para financiar o seu Processo de Eleições Diretas (PED), que ocorrerá em novembro. O mecanismo permitirá que militantes contribuam com a campanha de seus candidatos na corrida interna por uma vaga na direção do partido. Os recursos entrarão numa conta específica, por meio da qual a verba será repassada ao candidato.

“O filiado ou filiada poderá contribuir para as campanhas internas das chapas e dos candidatos ou candidatas de sua preferência, desde que a contribuição seja efetuada através do FEI, que para tal manterá uma conta específica para cada chapa e candidatura”, afirma o artigo 6º do regulamento do PED, aprovado pelo diretório nacional petista em dezembro.

A direção, no entanto, ainda não definiu de que maneira os demais recursos que formarão o FEI, como as receitas provenientes de doações de filiados e de venda de produtos, serão distribuídos entre os candidatos. O regulamento diz que “os diretórios, em todos os níveis, garantirão uma distribuição de recursos mínima a cada chapa – dentro do total disponibilizado pela instância – de acordo com a metodologia do fundo partidário”. A ideia é disponibilizar infraestrutura, como passagens e diárias de hotel, e não dinheiro em espécie – exatamente como é hoje.

Disputam o comando do partido o atual presidente, Rui Falcão, e o integrante da direção petista, Valter Pomar, da Articulação de Esquerda. A campanha começa em abril, e o partido espera que, pelo menos, 1,7 milhão de militantes participe do processo.

 

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