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PMN ainda resiste a fusão com PPS

Julia Duailibi

18 de março de 2013 | 20h01

O PMN ainda não bateu martelo sobre uma eventual fusão com o PPS. Em jantar no sábado com o presidente do PPS, Roberto Freire, a secretária-geral do PMN, Telma Ribeiro, disse que ainda precisa avaliar o projeto de fusão internamente e que não pretende tomar uma decisão no curto prazo.

O vereador do PPS, Raul Jungmann (PE), que participou do jantar, afirmou que não a direção do PMN não tomou uma decisão sobre o tema. “A decisão do PMN, por hora, é de não caminhar nessa direção (da fusão)”, afirmou Jungmann, que depois completou: “Mas não é nada de definitivo”. PPS e PMN estavam conversando sobre o projeto de fusão, mas não haviam ainda tido uma conversa formal. O jantar foi a primeira delas.

Em reunião com a bancada paulista hoje, o governador Geraldo Alckmin também comentou o tema. Disse que tinha conversado com a direção do PMN e que a fusão com o PPS não estaria na pauta da legenda no momento.

O PPS busca a fusão com o PMN até como forma de atrair José Serra, que ameaça deixar o PSDB, para o partido. A fusão permitiria migração de parlamentares para a nova legenda, sem o risco de perderem seus mandatos.

Freire, que é amigo de Serra, mantém conversas com o presidenciável do PSB, Eduardo Campos, e com integrantes da Rede, de Marina Silva, sobre apoio em 2014. A saída do PPS da órbita do PSDB na eleição presidenciável é ruim para os planos de Aécio Neves, presidenciável tucano. Nas últimas eleições, o partido de Freire apoiou o PSDB, concedendo o tempo de TV da legenda para o palaque eletrônico tucano.

 

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