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O Solidariedade, mais um partido que busca registro no TSE

Julia Duailibi

20 de novembro de 2012 | 19h24

O Partido Solidariedade, articulado nos bastidores pelo presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, atualmente no PDT, já tem programa e estatuto. Oficialmente, quem responde pela legenda é o advogado Marcílio Duarte Lima, ex-candidato a prefeito de Mairinque (SP) pelo PR, que assina o programa e o estatuto publicados no Diário Oficial do final de outubro, após aprovação em uma assembleia realizada com “152 fundadores”, em São Paulo.

“O Brasil mudou. O mundo mudou. Já estamos na segunda década do século XXI, o ideário do trabalhismo deve buscar uma melhor relação com a contemporaneidade mundial e nacional”, afirma o programa do Solidariedade, segundo o qual o tripé do partido será “valorização do trabalho humano, desenvolvimento econômico e limites para intervenções do Estado”. “Sustentado nesses princípios exporemos as ideias de nosso programa partidário: VAORIZAÇÃO (sic) DO TRABALHO HUMANO”, atestam os fundadores do Solidariedade.

O registro definitivo da nova sigla só será analisado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) depois de os fundadores apresentarem as quase 500 mil assinaturas de eleitores pelo País.

 

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