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O “russo, mano” e o “ah, dá de”

Julia Duailibi

11 de setembro de 2012 | 16h02

A campanha do candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, José Serra, passou a veicular inserções no rádio, palco dos comerciais mais críticos a adversários, com ataques a Celso Russomanno (PRB) e Fernando Haddad (PT). Os jingles evitam citar diretamente os nomes dos candidatos. Para Haddad, usam “ah, dá de”. Para Russomanno, “russo, mano”.

Veja abaixo a transcrição das inserções:

“Tá russo, mano, tá russo, mano, não diz nada de concreto, quer ganhar na falação, faz promessa cumprimenta, beija, abraça e aperta a mão, mas não explica nada, fica só na enrolação. Tá russo, mano, sai para lá, eu quero Serra já, que esse aí não tem proposta, fica só no blablablá, nem dou trela não me engano, sai para lá, eu quero Serra já.”

“Tem candidato por aí cantando vantagem por ser novo, vixe!, cuida do meu povo. Ah, dá de ele fazer com a cidade o que ele fez com o Enem e vou chorar para quem? Por isso que eu sou Serra, esse sim é nota cem.”

“Ainda me lembro de o Maluf dizendo se o Pitta não der certo, nunca mais vote em mim. Ah, dá de dar errado outra vez, eu que não vou atrás de conselho tão ruim. Por isso que sou Serra, esse é fera, esse sim.”

 

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