O enigma Marta
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O enigma Marta

Julia Duailibi

05 de junho de 2012 | 19h13

Diante da crise na pré-campanha de Fernando Haddad (PT) a prefeito, intensificada pela ausência da senadora Marta Suplicy (PT) no encontro de lançamento da pré-candidatura do ex-ministro no sábado passado, integrantes do PT já falam em uma eventual saída de Marta do partido rumo ao PMDB, legenda à qual o seu namorado, Márcio Toledo, é ligado.

Pelo partido, a senadora poderia disputar o governo do Estado em 2014. No último dia 25, ela foi com o presidente de honra do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, a Bauru, interior paulista, lançar a dobradinha PT-PMDB na disputa pela prefeitura da cidade.

Apesar da tese, propagada por alguns parlamentares do PT paulistano, deputados tradicionalmente ligados a ela dizem que Marta ficará no PT para não correr o risco de perder o mandato de senadora. E lembram do que ocorreu com a ex-prefeita Luiza Erundina (PSB). “Ela saiu do PT e, depois, só conseguiu se eleger para deputada”, afirmou um deputado ligado à senadora.

O fato é que, até agora, Marta evita atender a ligações dos correligionários.

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