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O caminho dos verdes

Julia Duailibi

03 de março de 2012 | 14h32

Com Roldão Arruda

O PV rebate a tese de que deve se aliar ao PSD, do prefeito Gilberto Kassab, na eleição para a Prefeitura de São Paulo. “Não tem essa de aliança incontinenti”, afirmou o presidente do partido, deputado José Luiz Penna, ao questionar a versão de que o PV seguirá automaticamente os passos de Kassab, a exemplo do que ocorreu na eleição passada.

O projeto oficial do PV, aprovado há tempos pela direção executiva do partido, é o de uma candidatura própria. Mas tudo indica que  será revisto.  “O jogo real da eleição está começando agora. Queremos observar tudo com calma e analisar os resultados das primeiras pesquisas antes de qualquer decisão”, disse Penna. “Também estamos conversando com diferente forças políticas”.

O presidente dos verdes contou que já esteve com representantes do PPS, PSD, PSB, PC do B e também do PMDB. O que mais o anima, diz, é a possibilidade de uma candidatura alternativa que teria à frente à ex-vereadora Soninha Francine, do PPS. “Vemos com muita simpatia a proposta que fizeram para uma caminhada perto da gente”, disse. Ocorre que o PPS, assim como o PV, também sofre pressão para se aliar ao PSDB, numa chapa encabeçada por José Serra.

Na avaliação de Penna, todos os movimentos para eleição municipal de São Paulo miram também a disputa de 2014. “O sucesso ou fracasso em São Paulo vai ter efeito direito no pleito de 2014. Nós estamos muito atentos a isso, porque queremos aumentar o tamanho da nossa bancada em Brasília, atualmente com cinco deputados.”

 

 

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