Urânio para fins pacíficos é desafio que Dilma se impõe

João Bosco Rabello

15 de janeiro de 2011 | 20h00

É intenção da presidente Dilma Rousseff levar o Brasil ao estágio de enriquecimento de urânio. Quer limitá-lo à Eletronuclear e estimular as parcerias privadas apenas para a exploração.

Ela sabe que o tema é sensível e que pisa em terreno minado, mas acha que o País tem uma das maiores reservas do mundo e não enriquece urânio nem para abastecer as usinas de Angra.

Ela acha que o País tem credibilidade suficiente para que não se duvide de sua índole pacífica.

Dilma não admite que suas primeiras manifestações no campo das relações internacionais sejam interpretadas como uma inflexão na política externa em relação a era Lula.

Mas mantém a determinação de não deixar passar em branco violações de direitos humanos.

Sem seletividade ideológica, disse a um interlocutor.

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