Um erro de R$ 7 milhões

João Bosco Rabello

05 de junho de 2010 | 22h10

Ao questionar os gastos do mutirão carcerário, o secretário-geral do CNJ, Rubens Rihl, aumentou equivocadamente em R$ 7 milhões as despesas com a operação, que custou pouco mais de R$ 3 milhões.

Rihl baseou-se no valor disponibilizado no orçamento e não na planilha de despesas realizadas, errando em R$ 7 milhões contra a gestão que o antecedeu.

Abriu uma crise entre o atual presidente do órgão, ministro Cezar Peluso, que também preside o STF, e seu antecessor nos dois cargos, ministro Gilmar Mendes.

Desconfortável com a situação, Mendes providenciou a distribuição dos gastos reais a todos os conselheiros e solicitou a Peluso sua inserção no site do tribunal.

Tudo o que sabemos sobre:

CNJGilmar MendesMutirão carcerárioSTF

publicidade

publicidade

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.