O bolsa-família e o poeta popular

João Bosco Rabello

30 de março de 2010 | 10h08

A música popular brasileira é sempre um bálsamo quando a rotina nos mergulha em veredas do pessimismo. Nada como a sabedoria do poeta popular para sínteses confortadoras.

Pesquei hoje entre as mensagens de amigos, um pedacinho de um samba interpretado pelo inesquecível Moreira da Silva, com a sugestão de que o publicasse vinculando-o ao Bolsa Família.

Não naquilo que o Bolsa-Família tem de positivo – que é o indiscutível apoio social do Estado. Mas, naquilo que lhe falta: a  etapa da inclusão social no mercado, que representa o fim da mesada.

No pressuposto de que o beneficiário da mesada, assim como o personagem do samba, quer mesmo é não depender de ninguém mais senão dele próprio.

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