Mentira eleitoral

Mentira eleitoral

João Bosco Rabello

08 de abril de 2010 | 12h52

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Dilma faz campanha mentirosa ao mudar o pouco que admite ter ocorrido antes da chegada de Lula à Presidência. Foto: Alexandre Guzanshe/O Tempo

Já soa oportunista a súbita “mineirice” da ex-ministra e candidata do PT, Dilma Rousseff.

Mas é ofensiva  sua declaração de amor à causa de Tancredo Neves, cujo voto o PT lhe negou no Colégio Eleitoral que abriu caminho à redemocratização do País.

Dilma faria justiça à História se fizesse acompanhar o ato de depositar flores no túmulo do ex-presidente morto sem tomar posse, um pedido de desculpas público pelo boicote ao Colégio Eleitoral. Que custou a três desobedientes deputados do PT à época a expulsão do partido.

Ouvir o presidente Lula dizer que a história do Brasil começou após sua eleição (“nunca antes nesse País”), já estamos acostumados. Mas sua candidata mudar o pouco que admite ter ocorrido antes de sua chegada à Presidência é fazer campanha mentirosa.

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