Entrevista-relâmpago, resposta repetitiva

Entrevista-relâmpago, resposta repetitiva

João Bosco Rabello

09 de agosto de 2010 | 23h43

20100809 Jornal Nacional RM 001_T

Foto: Divulgação

O tempo é curto e, nesse sentido, reproduz o defeito dos debates: o candidato é atropelado por uma segunda pergunta antes de concluir a resposta à primeira. A boa notícia para a candidata Dilma Rousseff é que o critério será igual para os adversários que lhe sucederão a partir de hoje na bancada do Jornal Nacional.

A má notícia é que não conseguiu produzir boas respostas para velhas perguntas. Confrontada com reclamações ao seu estilo no governo – onde era acusada de maltratar subalternos -, atribuiu-o à necessidade de cobrar metas e resultados. Rejeitou o presidente Lula como seu tutor, mas adotou suas respostas ao justificar as más companhias do partido nas alianças eleitorais: o poder amadureceu o PT. Donde se conclui que aliados como José Sarney, Fernando Collor, Jader Barbalho, entre os citados pelo apresentador William Bonner, representam evolução política.

E culpou o governo FHC pelo Brasil não crescer no governo Lula a taxas maiores que os vizinhos Uruguai e Bolívia, mais Índia e China.

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