Carnaval do Panetone

João Bosco Rabello

07 de dezembro de 2009 | 10h35

O panetone de Arruda transbordou das festas natalinas e desembocou no carnaval, fazendo enormes estragos.

Pelo menos duas escolas de samba – a Beija Flor, de Nilópolis, e a Aruc, de Brasília – escolheram o cinquentenário da capital como tema de seus enredos para o desfile de fevereiro.

Ambas, diga-se, com gordos subsídios do GDF.

Já estão prontos os carros alegóricos e as fantasias, que custaram uma fortuna. Com o panetonegate, o tom de elegia dos enredos tornou-se anacrônico, quase surreal. Se as escolas entrarem do jeito que programaram na avenida, vão ganhar dez no quesito vaia.

O jeito é partir para a criatividade e transformar a elegia em caricatura. A sugestão é que se crie uma ala do panetone, outra das meias e outra da cueca, findando com uma ala da oração.

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