Aras parte para cima de colega em sessão do Conselho do Ministério Público; veja o vídeo

Seguranças que acompanhavam a sessão precisaram conter o procurador-geral da República

Weslley Galzo/Brasília

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Aras partiu para briga com colega em sessão do Conselho Superior do MPF. Foto: Reprodução/YouTube

A sessão do Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) foi interrompida nesta terça-feira, 24, por uma discussão entre o procurador-geral da República, Augusto Aras, e o subprocurador-geral Nívio de Freitas, que quase terminou em agressão física.

Após uma série de interpelações do colega, Aras se levantou da bancada em que presidia os trabalhos do grupo, esmurrou a mesa e partiu para cima de Freitas. Os seguranças que acompanhavam a sessão precisaram conter o procurador-geral, que acusou o conselheiro envolvido no conflito de “não ser digno de respeito”.

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A discussão teve início após o procurador-geral anunciar o início de uma votação. Antes que o trabalho prosseguisse, Aras foi interpelado por um pedido de Freitas para que o autorizasse a sustentar o seu ponto de vista sobre o tema em análise. O presidente da sessão permitiu que o colega fizesse as considerações, mas argumentou que não poderia “admitir a bagunça” que o subprocurador estaria causando ao interrompê-lo. Freitas também acusou Aras de ter interrompido outro conselheiro e completou: “Então se Vossa Excelência quer respeito, me respeite também”.

O procurador-geral da República, contudo, respondeu que o colega “não é digno de respeito”. A partir deste momento, uma discussão intensa começou, até chegar ao ponto de Aras esmurrar a mesa e se dirigir em direção ao colega em pose de briga.

A corregedora-geral, Célia Delgado, levantou prontamente de sua cadeira e se colocou entre os colegas para evitar que houvesse agressão física. Durante os momentos de tensão, ela pediu aos conselheiros que retomassem seus assentos para prosseguimento da sessão A sessão pública estava sendo transmitida ao vivo na internet. Pouco depois de Aras partir para briga, a transmissão foi interrompida.

Segundo apurou o Estadão, o pano de fundo da briga entre os conselheiros foi a votação para eleger os ocupantes das sete Câmaras da Procuradoria-Geral da República (PGR), que funcionam como as turmas do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento de pautas temáticas. Fontes afirmaram que a oposição a Aras no MPF desejava avançar sobre o controle dos órgãos, o que não ocorreu ao término da sessão.

Aras partiu para briga com colega em sessão do Conselho Superior do MPF. Foto: Reprodução/YouTube

A sessão do Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) foi interrompida nesta terça-feira, 24, por uma discussão entre o procurador-geral da República, Augusto Aras, e o subprocurador-geral Nívio de Freitas, que quase terminou em agressão física.

Após uma série de interpelações do colega, Aras se levantou da bancada em que presidia os trabalhos do grupo, esmurrou a mesa e partiu para cima de Freitas. Os seguranças que acompanhavam a sessão precisaram conter o procurador-geral, que acusou o conselheiro envolvido no conflito de “não ser digno de respeito”.

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O procurador-geral da República, contudo, respondeu que o colega “não é digno de respeito”. A partir deste momento, uma discussão intensa começou, até chegar ao ponto de Aras esmurrar a mesa e se dirigir em direção ao colega em pose de briga.

A corregedora-geral, Célia Delgado, levantou prontamente de sua cadeira e se colocou entre os colegas para evitar que houvesse agressão física. Durante os momentos de tensão, ela pediu aos conselheiros que retomassem seus assentos para prosseguimento da sessão A sessão pública estava sendo transmitida ao vivo na internet. Pouco depois de Aras partir para briga, a transmissão foi interrompida.

Segundo apurou o Estadão, o pano de fundo da briga entre os conselheiros foi a votação para eleger os ocupantes das sete Câmaras da Procuradoria-Geral da República (PGR), que funcionam como as turmas do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento de pautas temáticas. Fontes afirmaram que a oposição a Aras no MPF desejava avançar sobre o controle dos órgãos, o que não ocorreu ao término da sessão.

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