‘Vejo um movimento de reação como o que aconteceu na Itália’, diz Deltan da Lava Jato

‘Vejo um movimento de reação como o que aconteceu na Itália’, diz Deltan da Lava Jato

Sob fogo cerrado de opositores, coordenador da força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná que derrubou maior esquema de corrupção já descoberto no País escreve no Twitter que 'se busca tirar a credibilidade de agentes públicos'

Ricardo Brandt, Luiz Vassallo e Pedro Prata

09 de agosto de 2019 | 17h12

Sob fogo cerrado de opositores da Lava Jato, o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa no Paraná, comparou a grande reação à maior investigação já desencadeada no País contra a corrupção ao movimento que colocou em xeque a Mãos Limpas – missão similar que a Itália viveu nos anos 1990 e acabou esvaziada por forças políticas.

Na próxima terça, 13, o Conselho Nacional do MP pode pôr em pauta eventual afastamento de Deltan da Lava Jato. Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

Em sua conta no Twitter, Deltan postou. “Vejo um movimento de reação como o que aconteceu na Itália, em que se busca tirar a credibilidade de agentes públicos que atuam na operação.”

Deltan: ‘Vejo um movimento de reação como o que aconteceu na Itália, em que se busca tirar a credibilidade de agentes públicos que atuam na operação’. Foto: Twitter/@deltanmd/Reprodução

Na próxima terça, 13, o Conselho Nacional do Ministério Público pode pôr em pauta eventual afastamento de Deltan da Lava Jato. Ele tem sido alvo frequente de reclamações perante o colegiado.

Deltan avalia que o objetivo de quem o fustiga a Lava Jato é ‘promover os retrocessos que possam permitir que poderosos que praticaram crimes graves alcancem impunidade’.

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