TSE esfria chapa Dilma-Temer

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Corte eleitoral frustra expectativa no País, manda chamar novas testemunhas e julgamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral fica sem previsão para terminar

Fausto Macedo e Julia Affonso

04 de abril de 2017 | 11h32

Dilma e Temer em janeiro de 2015. Foto: EFE-Marcelo Sayao

Dilma e Temer em janeiro de 2015. Foto: EFE-Marcelo Sayao

Depois de duas horas e 15 minutos de debates, nesta terça-feira, 4, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral decidiu aprovar novos depoimentos na Ação de Investigação Judicial Eleitoral que pede a cassação da chapa Dilma-Temer, vencedora nas eleições de 2014, por suposto abuso de poder político e econômico. A decisão frustra expectativa em todo o País sobre os resultados da ação e esfria o julgamento que, agora, não tem mais data para terminar.

Entre as testemunhas que serão convocadas estão o ex-ministro Guido Mantega (Fazenda), o marqueteiro João Santana – das campanhas presidenciais de Lula e Dilma – e sua mulher, Mônica Moura.

Os ministros da Corte eleitoral decidiram, ainda, esticar por mais cinco dias o prazo para alegações finais da defesa.

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