Promotoria vasculha endereços de 14 empreiteiros no Paraná

Promotoria vasculha endereços de 14 empreiteiros no Paraná

Sexta fase da Operação Quadro Negro, concluída nesta quinta, 8, se estendeu por 12 cidades paranaenses

Pepita Ortega

08 de agosto de 2019 | 18h15

Foto: Pixabay

A Operação Quadro Negro, do Ministério Público do Paraná, concluiu nesta quinta, 8, sua sexta fase, cumprindo buscas contra empresários que controlam 14 construtoras. A ação se estendeu por 12 cidades paranaenses.

A Quadro Negro mira desvios de R$ 22 milhões em obras de construção e reparos em escolas públicas. Em março, a terceira fase da operação prendeu o ex-governador Beto Richa (PSDB) que foi solto dias depois. Ele nega taxativamente ligação com irregularidades nos contratos da educação.

A investigação, sob responsabilidade dos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), executou nesta quinta, 8, um total de 17 mandados de busca e apreensão nos endereços dos 14 empresários.

Os mandados foram cumpridos nas residências de empresários nas cidades de Cascavel (três locais), Tomazina (dois), Londrina (dois), Umuarama (dois), Maringá, Foz do Iguaçu, Pitanga, Realeza, Itaipulândia, Pato Branco, Ponta Grossa e Paranavaí.

A exemplo do que ocorreu na quarta, 7, o objetivo das buscas foi a apreensão de celulares, computadores, documentos ou valores.

Três pessoas foram presas em flagrante – duas em Tomazina, por posse ilegal de armas, e uma em Pato Branco, por posse ilegal de munição.

Outras apreensões – No trabalho realizado na quarta-feira, 7, foram cumpridos 33 mandados de busca e apreensão nas cidades de Curitiba, Campo Largo, Cascavel e Castro. Houve ainda quatro prisões em flagrante, na capital (duas por posse ilegal de arma de fogo, uma por posse de munição e outra por desacato).

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