Promotoria e Corregedoria prendem cinco policiais que davam segurança a jogos de azar

Promotoria e Corregedoria prendem cinco policiais que davam segurança a jogos de azar

Operação Belaggio, nas cidades de Americana e Santa Bárbara d’Oeste, no interior paulista, apreendeu R$ 200 mil

Pedro Prata

04 de novembro de 2019 | 16h56

O Ministério Público de São Paulo e a Polícia foram às ruas de Americana e Santa Bárbara D’Oeste, no interior de São Paulo, nesta segunda, 4, para investigar e prender policiais civis e militares que estariam trabalhando como seguranças de casas de jogos de azar.

Foram apreendidos cerca de R$ 200 mil. Foto: Pixabay/@stokpic/Reprodução

Cerca de 170 policiais militares, 10 promotores de Justiça, 2 delegados da Corregedoria da Polícia Civil e quatro policiais civis cumprem 20 mandados de busca e apreensão e 10 de prisão no âmbito da Operação Bellagio.

Entre os presos estão três policiais militares e dois policiais civis. Houve apreensão total de R$ 200 mil.

As informações são da Assessoria de Comunicação do Ministério Público de São Paulo.

As investigações mostram que os agentes utilizavam de sua função pública para atuar na segurança dos locais de exploração do jogo de azar.

Com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil, foram identificados agentes que também estariam integrados na organização criminosa e que praticavam atos de corrupção.

COM A PALAVRA, A POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

“A Corregedoria da Polícia Militar realizou, nesta segunda-feira (04), uma operação em conjunto com a Corregedoria da Polícia Civil e Ministério Público de São Paulo. Participaram da ação cerca de 170 PMs e seis policiais civis, além de promotores de justiça para o cumprimento de 20 mandados de busca e apreensão e 10 de prisão. Entre os presos estão três policiais militares e dois policiais civis.

O caso trata de investigação iniciada pela Corregedoria da Polícia Militar para apurar o envolvimento de policiais militares em atividades ilícitas relacionadas a jogos de azar.”

COM A PALAVRA, A POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO

A reportagem aguarda o posicionamento da Polícia Civil de São Paulo. O espaço está aberto para manifestação.

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