‘Precisamos de um ambiente ético e íntegro’, recomenda ministro da CGU

‘Precisamos de um ambiente ético e íntegro’, recomenda ministro da CGU

Valdir Simão defendeu, em seminário sobre a Lei Anticorrupção,cooperação da iniciativa privada com as autoridades para investigar atos lesivos contra a administração pública

Fausto Macedo e Julia Affonso

07 Outubro 2015 | 14h49

Valdir Simão, ministro-chefe da CGU. Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Valdir Simão, ministro-chefe da CGU. Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O ministro Valdir Simão, da Controladoria-Geral da União (CGU) destacou nesta quarta-feira, 7, pontos que avalia essenciais para estimular programas de integridade em um ambiente de negócios: compromisso, identificação da instância responsável pela adoção de ações, avaliação de riscos, adoção de mecanismos de integridade e monitoramento constante. “É fundamental que tenhamos um ambiente pautado pela ética e integridade para a sociedade, governo e empresas”, afirmou o ministro, no Seminário Lei Anticorrupção, realizado em Vitória (ES).

O evento teve como objetivo principal debater o impacto da Lei Anticorrupção nas empresas e no setor público.

“A Lei Anticorrupção é resultado de importantes ações do Brasil junto ao cenário internacional no combate à corrupção”, ressaltou Valdir Simão.

Durante o encontro, o ministro destacou a importância da adoção de mecanismos de compliance pelas empresas. Para ele, a iniciativa privada precisa ter ações de reparação e cooperação com as autoridades para a investigação de atos lesivos contra a administração pública. “Precisamos de um ambiente ético e íntegro”, pontuou.

O ministro falou da importância da integridade no combate à corrupção. “É importante dizer que a corrupção, em um ambiente de negócios, distorce a concorrência, prejudica o bom competidor e afasta o bom investidor.”

Mais conteúdo sobre:

CGUCorrupçãoLei Anticorrupção