Pornografia de vingança

Pornografia de vingança

Na série de vídeos 'Juridiquês Não Tem Vez', no site do Tribunal de Justiça de São Paulo, juíza Camila de Jesus Mello Gonçalves fala sobre publicação de fotos e vídeos íntimos sem consentimento e suas consequências jurídicas

Redação

23 de fevereiro de 2020 | 12h16

O mais novo capítulo da série de vídeos ‘Juridiquês Não Tem Vez’ aborda um tema sensível: a pornografia de vingança. Nele, a juíza assessora da Presidência de Direito Criminal Camila de Jesus Mello Gonçalves fala sobre publicação de fotos e vídeos íntimos sem consentimento e suas consequências jurídicas.

Assista aqui.

A magistrada alerta que divulgar cenas de sexo ou nudez sem consentimento é crime desde 2018.

Foto: Reprodução

Ela acrescenta que, se anteriormente houve relação íntima de confiança, ou se a exposição for feita para humilhar ou constranger – a chamada pornografia de vingança – a pena é maior.

O ‘Juridiquês Não Tem Vez’ é um projeto instigante desenvolvido pela Comunicação Social do TJ paulista.

Periodicamente serão veiculados vídeos sobre temas jurídicos que provocam dúvidas na população. Juízes paulistas usam linguagem acessível e didática para esclarecer pontos importantes.

As edições anteriores abordaram a criação do juiz de garantias e a responsabilização por postagens nas redes sociais.

Para sugerir um tema para as próximas páginas do ‘Juridiquês Não Tem Vez’, mande um e-mail para redessociais@tjsp.jus.br.

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