Por que terceirizar a gestão do departamento financeiro?

Por que terceirizar a gestão do departamento financeiro?

Beatriz Machnick*

09 de fevereiro de 2021 | 10h30

Beatriz Machnick. FOTO: DIVULGAÇÃO

Quando se fala em financeiro, é importante que ele não seja um departamento esquecido dentro da empresa. A atenção a esse setor é um diferencial para as companhias que buscam um crescimento sustentável. Isso porque, muitas vezes, pequenas e médias empresas quando começam a crescer têm dúvidas em relação ao que fazer: contratar um profissional especializado, criar um setor específico para gerir as finanças ou ainda terceirizar o serviço.

Antes de qualquer coisa, deve ficar claro que o setor não pode ser visto como “contas a pagar e a receber”. Nem ser algo secundário, pelo contrário: deve ser primário, uma vez que dará toda a direção e validação dos caminhos adotados pela empresa.

Hoje, a principal vantagem de terceirizar o departamento financeiro ou ter uma pessoa para geri-lo de forma externa é a isenção, pois trata-se de uma opinião sem envolvimento emocional ou interesse financeiro. Esse profissional optará pelo que for melhor para a estrutura – a tomada de decisões e os apontamentos objetivam uma visão gerencial mais ampla.

Não há aquela preocupação em agradar ou não determinado sócio, por exemplo. A visão externa do negócio pode contribuir, inclusive, para uma comunicação mais assertiva entre os sócios.

A terceirização engloba ainda a pontualidade e melhor organização das contas a pagar, e a chance de perder um prazo também é reduzida a zero. Além disso, ao terceirizar o setor eleva-se a profissionalização. É um gerenciamento completo, como se o setor de fato fizesse parte da estrutura organizacional.

*Beatriz Machnick é sócia-fundadora da BM Consultoria em Precificação e Finanças. Autora dos livros Gestão Financeira na Advocacia – Teoria e Prática (2020), Valorização dos Honorários Advocatícios – O Fortalecimento da Advocacia através da Gestão (2016) e Honorários Advocatícios – Diretrizes e Estratégias na Formação de Preços para Consultivo e Contencioso (2014)

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