Por que inovar e apostar em hubs de conexões de TI nas empresas? 

Por que inovar e apostar em hubs de conexões de TI nas empresas? 

Otto Pohlmann*  

12 de setembro de 2020 | 03h00

Otto Pohlmann. Foto: Divulgação

É inegável a dependência que empresas de todos os setores têm em relação à tecnologia. Basta uma rápida olhada em volta no ambiente de trabalho para encontrar hardwares e softwares que se combinam para automatizar processos e garantir eficiência operacional. É tão importante que as organizações dedicam uma média de 8% do seu faturamento à área de TI, segundo pesquisa do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP). 

A questão é saber quais sistemas são mais adequados ao dia a dia da organização. Por conta do preço ou da necessidade, muitos contratam ferramentas de parceiros diferentes, dificultando a perfeita sincronia entre esses recursos. O ideal, no caso, é apostar no conceito de hubs de conexões, isto é, empresas que podem oferecer diferentes soluções de TI ao negócio, garantindo que tudo se encaixe e entregue os resultados esperados. Confira cinco motivos para confiar nessa proposta: 

1 – Centralização da informação 

Diante da evolução tecnológica, a principal necessidade das empresas é centralizar a informação e a gestão dos recursos. Quando os sistemas são provenientes de diferentes parceiros, fica difícil organizar o fluxo de trabalho e, principalmente, realizar projetos que mobilizem diferentes tecnologias. Com um hub de conexões, um único parceiro consegue cuidar de tudo isso, permitindo a automatização de processos e oferecendo mais inteligência ao negócio. 

2 – Atuação sob demanda 

Foi-se o tempo em que as empresas contratavam pacotes completos de soluções tecnológicas para utilizar apenas uma parte das funcionalidades (e pagando um preço elevado por isso). Hoje, a modalidade de contratação sob demanda está em alta graças à computação em nuvem. Dessa forma, é possível pagar e utilizar apenas aquilo que é necessário ao dia a dia da organização. Uma companhia que oferece diferentes conexões tem a expertise necessária para recomendar os melhores recursos de acordo com cada objetivo. 

3 – Supervisão das equipes 

Da mesma forma que a contratação on demand se popularizou nos últimos anos, a possibilidade de delegar o gerenciamento e a supervisão dos sistemas às parceiras também está em alta no país. Se até recentemente existiam poucos sistemas dentro da rotina da empresa, agora o cenário é outro, com inúmeros recursos trabalhando em conjunto. Gerenciá-los, portanto, não é tarefa fácil. Assim, com um hub de conexões, a parceira fica responsável pelo serviço de gerenciamento, garantindo que a equipe de TI do cliente possa se dedicar a outras tarefas estratégicas. 

4 – Consultoria de TI 

Uma das dificuldades das organizações é saber identificar quais soluções são mais adequadas ao negócio e, ao mesmo tempo, conseguir combiná-las, entregando mais inteligência à gestão de TI. Não há nada mais burocrático do que ter um monte de sistemas que oferecem partes de resultado, mas nunca uma visão completa do caso. Empresas que trabalham com diferentes marcas e recursos podem recomendar diferentes serviços que resolvem problemas que os executivos jamais imaginavam que poderiam ter, atuando como consultoras especializadas a seus clientes. 

5 – Redução de custos 

Por fim, adquirir um hub de conexões proporciona maior redução de despesas com tecnologia nas empresas. Além de evitar a aquisição de sistemas desnecessários, esse modelo traz mais eficiência, produtividade e resultados – afinal, a parceira é a responsável por seu gerenciamento e pelo treinamento das equipes. É a velha máxima de fazer mais com menos, essencial para o ambiente corporativo em tempos de pandemia e incertezas econômicas. 

*Otto Pohlmann é CEO da Centric, empresa de tecnologia que fornece soluções para atender os requisitos de segurança e da LGPD, com foco em implementação, treinamento e suport

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