Por Luísa Ortega

Por Luísa Ortega

Leia a declaração de Janot e dos chefes dos Ministérios Públicos da Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile e Peru que classificam destituição da procuradora-geral do país de Nicolás Maduro como 'claro atentado à autonomia e à independência' da Procuradoria venezuelana

Luiz Vassallo, Julia Affonso e Fausto Macedo

07 Agosto 2017 | 13h56

Luisa Ortega Diaz. REUTERS/Marco Bello

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e os chefes dos Ministérios Públicos dos países membros e associados do Mercosul – Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile e Peru – aprovaram declaração em que repudiam a destituição da procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, ocorrida neste sábado, 5, em Caracas. Para os procuradores-gerais, a remoção de Luisa ‘é um claro atentado à autonomia e à independência do Ministério Público venezuelano’.

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As informações foram divulgadas pela Assessoria de Comunicação Estratégica da Procuradoria.

Janot e seus colegas do Mercosul pedem à comunidade internacional a adoção de medidas imediatas para ‘promover a recomposição da ordem constitucional na República Bolivariana da Venezuela e garantir a segurança, a liberdade e a integridade física de procuradores, juízes e funcionários do sistema de Justiça daquele país’.

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