PMDB no Senado e PT na Câmara, os campeões na delação da Odebrecht

Dos 29 senadores que passam a ser investigados, 9 são peemedebistas; já na Câmara, onze deputados do PT são citados

Breno Pires, de Brasília, e Valmar Hupsel Filho, de São Paulo

11 de abril de 2017 | 19h44

Foto: Dida Sampaio/Estadão

Foto: Dida Sampaio/Estadão

O PMDB, no Senado, e o PT, na Câmara, são os partidos com o maior número de congressistas alvos de inquéritos abertos pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.

Dos 29 senadores que passam a ser investigados, 9 são do PMDB, entre eles o presidente da Casa, Eunício Oliveira (CE). Os demais são: Romero Jucá (RR), Renan Calheiros (AL), Edison Lobão (MA), Marta Suplicy (SP), Eduardo Braga (AM), Valdir Raupp (RO) e Garibaldi Alves (RN).

O PSDB é o segundo partido com o maior número de senadores alvos de inquéritos abertos por Fachin. São sete tucanos. Além do presidente nacional do partido, Aécio Neves (MG), estão na lista os senadores José Serra (SP), Antonio Anastasia (MG), Cássio Cunha Lima (PB), Dalírio José Beber (SC), Eduardo Amorim (SE) e Ricardo Ferraço (PR).

Se no Senado, o PT fica em terceiro, com quatro senadores – Jorge Viana (AC), Lindbergh Farias (RJ), Humberto Costa (PE) e Paulo Rocha – na Câmara o partido reúne o maior número de deputados alvos de Fachin.

Ao todo, são 11 deputados petistas na lista. São eles: Marco Maia (RS), Carlos Zarattini (SP), Nelson Pellegrino (BA), Maria do Rosário (RS), Vicentinho (SP), Vander Loubet (SC), Zeca Dirceu (SP), Zeca do PT (MS), Vicente Cândido (SP), Decio Lima (SC) e Arlindo Chinaglia (SP).

Na Câmara, o DEM é o segundo partido atingido pela lista de Fachin, com cinco deputados, entre eles o presidente da Casa, Rodrigo Maia (RJ). Os demais são: José Carlos Aleluia (BA), Rodrigo Garcia (SP), Ônix Lorenzoni (RS) e Felipe Maia (RN). PMDB, PP e PSDB vêm em seguida, com quatro deputados cada agremiação.

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