PF recebe 90 crianças e adolescentes deportados dos EUA e abre investigação sobre entrada ilegal no país

Policiais federais apuram como os menores deixaram o Brasil e as condições a que foram submetidos; grupo desembarcou nesta quarta-feira, 26, no aeroporto internacional de Belo Horizonte

Redação

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Voo com 90 menores de idade chegou a Confins (MG). Foto: Reprodução

A Polícia Federal investiga como um grupo de 90 crianças e adolescentes brasileiros chegou ilegalmente aos Estados Unidos. Eles foram trazidos de volta nesta quarta-feira, 26, em um voo com 211 pessoas deportadas desembarcadas no aeroporto internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana de Minas Gerais.

Os policiais federais apuram como os menores deixaram o Brasil e as condições a que foram submetidos ao saírem do País. As crianças têm no máximo 10 anos, segundo a PF.

O desembarque foi acompanhado pelos juizados da Infância e da Juventude de Pedro Leopoldo e de Belo Horizonte. O objetivo dos conselheiros é verificar a paternidade e maternidade das crianças. Caso não estejam acompanhadas dos responsáveis legais, o caso poderá ser tratado como tráfico de menores.

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É o maior número de deportados em um único voo com destino a Confins desde 2019, segundo a BH Airport, concessionária que administra o terminal.

Voo com 90 menores de idade chegou a Confins (MG). Foto: Reprodução

A Polícia Federal investiga como um grupo de 90 crianças e adolescentes brasileiros chegou ilegalmente aos Estados Unidos. Eles foram trazidos de volta nesta quarta-feira, 26, em um voo com 211 pessoas deportadas desembarcadas no aeroporto internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana de Minas Gerais.

Os policiais federais apuram como os menores deixaram o Brasil e as condições a que foram submetidos ao saírem do País. As crianças têm no máximo 10 anos, segundo a PF.

O desembarque foi acompanhado pelos juizados da Infância e da Juventude de Pedro Leopoldo e de Belo Horizonte. O objetivo dos conselheiros é verificar a paternidade e maternidade das crianças. Caso não estejam acompanhadas dos responsáveis legais, o caso poderá ser tratado como tráfico de menores.

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