PF instala ‘Redentor’, missão permanente de inteligência no rastro das facções violentas, crimes ambientais e corrupção no Rio

PF instala ‘Redentor’, missão permanente de inteligência no rastro das facções violentas, crimes ambientais e corrupção no Rio

'Missão Redentor', que entra em cena nesta quinta-feira, 29, é uma aposta do diretor-geral da Polícia Federal, delegado Paulo Maiurino, e do ministro da Justiça Anderson Torres e vai contar com um quadro de policiais especializados no rastro de lideranças poderosas do crime e descapitalização de organizações

Redação

28 de julho de 2021 | 12h19

Os pontos turísticos Cristo Redentor e Pão de Açucar, vistos do Sumaré. Foto: Fábio Motta / Estadão

A Polícia Federal vai instalar uma missão permanente no Rio, batizada ‘Redentor’, para focar no combate a facções criminosas, corrupção e crimes ambientais. A missão deve contar com um grupo de policiais especializados na área de inteligência e é uma aposta do diretor-geral da Polícia Federal, delegado Paulo Gustavo Maiurino, e do ministro da Justiça Anderson Torres.

A ‘Redentor’ tem entre seus objetivos o mapeamento de áreas de influência e atuação de grupos criminosos violentos, além da desarticulação das quadrilhas com a prisão de seus líderes e da apreensão de material, valores e bens ilícitos.

A corporação vai inaugurar o Centro de Inteligência Policial Operacional da ‘Redentor’ na Superintendência fluminense nesta quinta-feira, 29. O centro vai contar com equipamentos necessários para a realização dos trabalhos de investigação, interceptação, monitoramento e processamento das informações obtidas.

De acordo com a PF, o local do Centro de Inteligência Policial Operacional da Missão Redentor foi escolhido em razão da expansão das facções criminosas no Rio de Janeiro. A corporação acredita que o ‘investimento reforçado’ na equipe da Superintendência fluminense vai fortalecer a desarticulação de organizações criminosas voltadas ao tráfico de drogas e de armas, bem aumentar os números de apreensões e prisões no Estado.

A avaliação da cúpula da PF é a de que a criação do Centro é mais uma iniciativa dentro da estratégia da corporação de combate ao crime organizado. A PF tem focado e apostado na prisão de grandes lideranças e descapitalização patrimonial de organizações criminosas, somadas a cooperação policial internacional.

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