PF flagra engenheiro aposentado com roupas infantis e vídeos de crianças

PF flagra engenheiro aposentado com roupas infantis e vídeos de crianças

Homem de 64 anos, solteiro e sem filhos, preso nesta quinta, 3, em Botafogo, zona Sul do Rio, mora ao lado de uma escola

Paulo Roberto Netto

03 de outubro de 2019 | 11h43

Peça de roupa apreendida com suspeito. Foto: Polícia Federal / Divulgação

A Polícia Federal cumpriu nesta quinta, 3, um mandado de busca e apreensão na residência de um engenheiro aposentado em Botafogo, na zona sul do Rio de janeiro. O alvo é um homem de 64 anos, solteiro e sem filhos, que reside ao lado de uma escola infantil. Ele foi flagrado na posse de material com cenas de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

O suspeito foi preso em flagrante por ‘transmitir e disponibilizar as imagens na internet’.

No local, os policiais encontraram dois tripés, diversas câmeras fotográficas e filmadoras, binóculos, oito HDs externos, três computadores, um notebook, pen-drives e quatro celulares. O suspeito mantinha na casa roupas infantis.

De acordo com a PF, o material apreendido será encaminhado para a perícia.

O homem pode responder pelo crime de armazenamento de material de pornografia infantil, que prevê pena de um a quatro anos de prisão. Por ter compartilhado as imagens, a pena pode chegar a até seis anos de reclusão.

Curitiba. A Polícia Federal também cumpriu dois mandados de busca e apreensão contra materiais de pornografia infantil em Curitiba. O suspeito é um homem de 31 anos acusado de ser responsável pela produção de parte das imagens, que eram difundidas pela internet.

Uma das vítimas do crime, uma criança de nove anos, foi identificada nas imagens e encaminhada ao Núcleo de Proteção à Criança e o Adolescente, da Polícia Civil, em Curitiba, para a realização de escuta especializada com psicólogos e profissionais de saúde.

O suspeito foi preso em flagrante e conduzido à Superintendência Regional da PF do Paraná. Caso seja identificado o envolvimento no crime de estupro de vulnerável, as penas podem chegar a 33 anos de prisão.

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