PF faz buscas contra incendiários que combinam por aplicativos ataques à floresta

PF faz buscas contra incendiários que combinam por aplicativos ataques à floresta

Agentes federais em Novo Progresso, no Pará, deflagram Operação 'Pacto de Fogo' atrás de novas provas em investigação sobre associação criminosa suspeita de crimes ambientais em reservas e Unidades de Conservação Federais na Amazônia

Pepita Ortega

22 de outubro de 2019 | 13h01

Queimadas na Amazônia. Foto: Gabriela Biló / Estadão

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça, 22, em Novo Progresso, no Pará, a Operação ‘Pacto de Fogo’ que visa colher novas provas em investigação sobre associação criminosa suspeita de praticar crimes ambientais em reservas e Unidades de Conservação Federais na Amazônia.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em residências e estabelecimentos ligados aos suspeitos. O objetivo é alcançar ‘novos elementos de informação sobre os crimes em apuração’.

As investigações tiveram início a partir da divulgação, pela imprensa, de que fazendeiros e produtores rurais da região de Novo Progresso teriam combinado a execução do chamado ‘Dia do Fogo’.

Em 10 de agosto seriam iniciados incêndios em diversas localidades, inclusive Unidades de Conservação Federais na região.

Segundo a Comunicação Social da PF, a operação recebeu o nome ‘Pacto de Fogo’ ante a divulgação pela imprensa local e nacional de que diversas pessoas teriam combinado, em grupos de aplicativos de mensagem, a data para as ações criminosas.

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