PF e polícia do Peru fecham cooperação contra o tráfico

PF e polícia do Peru fecham cooperação contra o tráfico

Acordo firmado pela Superintendência Regional em São Paulo estabelece parâmetros para o desenvolvimento de atividades de intercâmbio de informações, apoio técnico, tecnológico e científico e programas de investigação

Luiz Vassallo e Julia Affonso

28 Agosto 2017 | 12h48

Sede da Polícia Federal em São Paulo. Foto: Divulgação

A Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo fechou termo de cooperação interinstitucional com a Polícia Nacional do Peru para ampliar o cerco ao crime organização internacional, especialmente o tráfico ilícito de drogas. O protocolo estabelece os parâmetros para o desenvolvimento de atividades de

intercâmbio de informações, apoio técnico, tecnológico e científico, apoio em

programas de investigação, intercâmbio de conhecimentos especializados,

experiências e boas práticas, além da formação de servidores. A meta é também fortalecer as relações entre a PF e a polícia peruana.

A comitiva peruana, recebida na sexta-feira, 25, era composta pelo diretor-geral da Polícia Nacional, general Vicente Romero Fernandez, de seu diretor Antidrogas, general Hector H. Lozaya Arrieta, do diretor para Assuntos Internacionais Jorge Manuel Oviedo Rodrigues e do chefe da Unidade Especial L800 da Divisão de Inteligência Antidrogas, comandante Miguel Angel Palma Vargas.

A PF em São Paulo é dirigida pelo delegado Disney Rosseti. Além de Rosseti, participaram do encontro para definição do programa de cooperação o delegado regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado, Rodrigo

de Campos Costa, o chefe da Delegacia de Repressão a Drogas Fabrizio Galli e o

supervisor do GISE/Delegaria de Repressão a Entorpecentes/SP, Agnaldo Mendonça.

A direção-geral da PF foi representada por seu diretor executivo, Rogério Augusto Viana Galloro, e ainda o representante da Coordenação Geral de Combate a Drogas (CGPRE), Marcelo de Oliveira Andrade.

A PF informou que a comitiva peruana visitou as instalações da Superintendência em São Paulo onde ocorrem as atividades citadas no tratado como das delegacias, do laboratório de análise de dados para a repressão a lavagem de dinheiro e do laboratório de perícia forense.