Perícia descarta incêndio criminoso na Assembleia da Bahia

Perícia descarta incêndio criminoso na Assembleia da Bahia

Laudo divulgado pelo Departamento de Polícia Técnica mostra que 'curto circuito causou o acionamento das chamas' no dia 28 de junho, um domingo

Luiza Leão, especial para o Estado

31 de outubro de 2018 | 05h45

 

Assembleia Legislativa da Bahia. Foto: Sandra Travassos/Ascom Alba

Laudo divulgado pelo Departamento de Polícia Técnica da Bahia (DPT) descartou a hipótese de que o incêndio no terceiro andar da Assembleia Legislativa da Bahia, em 28 de julho, foi criminoso.

De acordo com as investigações, concluídas três meses após o incidente, o incêndio foi ‘acidental’ e potencializado por materiais inflamáveis usados na reforma do terceiro andar do prédio, que ficou parcialmente destruído.

A Secretaria de Segurança Pública informou, por meio de nota, que ‘um curto circuito causou o acionamento das chamas’. O inquérito foi encaminhado para o Ministério Público Estadual e o teor dele segue em sigilo.

O incêndio

O fogo teve início no último pavimento da Casa Legislativa, onde funcionavam o Departamento de Recursos Humanos e Diretoria Financeira. Houve perda total dos equipamentos na Procuradoria, Associação dos Ex-Deputados, Núcleo Jurídico Parlamentar e União dos Vereadores, de acordo com informações divulgadas à época pela Defesa Civil de Salvador (Codesal). O incêndio ocorreu em um domingo e, como o prédio estava desocupado, ninguém se feriu.

COM A PALAVRA, ÂNGELO CORONEL

A reportagem entrou em contato com o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ângelo Coronel (PSD), para comentar como se deu o procedimento das investigações durante o funcionamento da casa, já que alguns servidores, por exemplo, precisaram ser transferidos para outros andares. O espaço está aberto para manifestação.

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