Operação Nudae, da PF, mira licitação do Incra Tocantins

Operação Nudae, da PF, mira licitação do Incra Tocantins

Nova fase da investigação, deflagrada nesta quarta-feira, 19, cumpre uma ordem de prisão preventiva e dois mandados de busca

Julia Affonso

19 Dezembro 2018 | 13h23

Foto: Reprodução/Sindicato dos Delegados da Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 19, a segunda fase da Operação Nudae, que investiga suposto esquema de fraudes e desvio de recursos públicos envolvendo uma licitação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Tocantins.

Policiais federais cumpriram dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pela 4.ª Vara Federal, nos endereços de um dirigente do Incra.

A primeira fase da operação foi deflagrada em 31 de agosto. Aquela etapa mirou um esquema de fraudes e desvio de recursos públicos envolvendo uma Chamada Pública do Incra Tocantins, para selecionar serviços de assistência técnica e extensão rural para assentamentos criados ou reconhecidos pelo Instituto.

Por ordem judicial, na ocasião, foi afastado o superintendente do Incra, Carlos Alberto da Costa, o ‘Carlão da Saneatins’, ex-deputado estadual. Ele foi proibido de entrar nas dependências do prédio da autarquia.

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