O parecer do procurador que diz que pedalada ‘não é crime’

O parecer do procurador que diz que pedalada ‘não é crime’

Veja a íntegra do documento no qual representante do Ministério Público Federal considera que atrasos em repasses do Tesouro para o BNDES 'não foram empréstimos ilegais'

Fábio Fabrini, de Brasília

08 de julho de 2016 | 19h25

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O procurador da República no Distrito Federal Ivan Marx avalia que os atrasos em repasses do Tesouro Nacional para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), uma das “pedaladas” do governo Dilma Rousseff, não foram empréstimos ilegais. A conclusão consta de despacho do procurador, no qual ele arquiva procedimento aberto para apurar se houve crime de integrantes da equipe econômica nessas operações específicas.

O procurador ainda vai se manifestar sobre outras manobras atribuídas à gestão da petista, inclusive os atrasos na transferência de recursos do Plano Safra para o Banco do Brasil – um dos fundamentos formais do processo do impeachment. Ele adianta que, nesse caso, sua posição deve ser a mesma. “Foi muito similar (a prática) e, possivelmente, eu vá dizer que não existe (crime).”

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