O meu desejo para 2022 é…

O meu desejo para 2022 é…

Fernando Goldsztein*

03 de janeiro de 2022 | 08h00

Fernando Goldsztein. FOTO: ARQUIVO PESSOAL

Passadas as festas de fim de ano, é hora de retomar a rotina (salvo para aqueles que ainda estão em férias, é claro). Provavelmente você teve a oportunidade de desfrutar de uma boa ceia de natal em família, compartilhar presentes e votos de um ano promissor, repleto de sonhos e desejos. Neste primeiro dia do ano, ao ler as notícias sobre a virada, deparei-me com a coluna do psiquiatra Daniel Martins de Barros no Estadão. Ele escreveu sobre a expectativa do ano que se inicia e  a sensação de muitas possibilidades que estão por vir: “O novo tem este apelo. Como quando pegamos um caderno novo e nos vemos devaneando diante das páginas em branco, imaculadas, abertas para receber qualquer coisa: ideias, rabiscos, anotações, recados. Ou um livro novo que nos enche de antecipação ansiosa pelo prazer daquelas páginas ainda desconhecidas”.

Por mais que muitos de nós (eu incluído) achem que o dia primeiro de Janeiro nada mais é do que um dia igual à todos os outros, é impossível não fazer uma pausa para reflexão. Afinal, o ciclo anual é uma convenção que serve como referência para muitas coisas na nossa vida. Por isso, acabamos todos nos contaminando com o famoso refrão: “Adeus, ano velho! Feliz ano novo! Que tudo se realize, no ano que vai nascer”. Todos carregamos desejos e a esperança de alcançar os sonhados objetivos no ano que se inicia: perder peso, arrumar um(a) namorado(a),  iniciar a prática de exercícios físicos, conseguir um emprego, passar no vestibular, trocar de carro, conseguir aquela tão sonhada promoção, trocar a geladeira velha, ter mais tempo para curtir a família. Enfim, a lista não termina.

Pois quero aproveitar o momento e fazer uma sugestão pra você: Que tal colocar um objetivo filantrópico na sua lista de 2022? Se você já pratica a filantropia, parabéns! Não pare nunca. Se ainda não, está na hora de começar! Não importa se você vai doar para um projeto que pesquise a cura do câncer infantil ou se vai fazer marmitas para distribuir para a população que vive nas ruas. O importante é cada um fazer a sua parte do jeito que for possível, independente da profundidade do bolso. Se não dispuser de nenhum recurso financeiro, doe um pouco do seu tempo. Inspiremo-nos na sabia frase do Talmud: “Aquele que salva uma vida, salva o mundo todo”.

Feliz ano novo!

*Fernando Goldsztein, empresário e fundador do The Medulloblastoma Initiative

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