O adeus de Raquel

O adeus de Raquel

Leia a íntegra do derradeiro pronunciamento da procuradora-geral da República no Plenário do Supremo, realizado na sessão desta quinta, 12, em que pediu 'esforço para impedir que a democracia morra'

Redação

13 de setembro de 2019 | 11h00

Um apelo enfático de Raquel Dodge. ‘Protejam a democracia brasileira tão arduamente erguida, em caminhos de avanços e retrocessos, mas sempre sob o norte de que é o melhor modelo para construir uma sociedade de mais elevado desenvolvimento humano.’ Raquel recomenda ‘esforço para impedir que a democracia morra’.

Foi a última performance de Raquel na cadeira de procuradora-geral da República no Plenário do Supremo. A sessão ocorreu nesta quinta, 12. Seu mandato termina no próximo dia 17. Ela deverá ser substituída por Augusto Aras, escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro.

Raquel: ‘No Brasil e no mundo, eventualmente, surgem vozes contrárias ao regime de leis’. Foto: Fabio Motta/Estadão

Em seu discurso de despedida, Raquel alertou os ministros da Corte máxima para que ‘fiquem atentos a todos os sinais de pressão sobre a democracia liberal’.

Enigmática, ela não citou nomes em seu recado. “No Brasil e no mundo, eventualmente, surgem vozes contrárias ao regime de leis, ao respeito aos direitos fundamentais e ao meio ambiente sadio para a presente e as futuras gerações.”

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