‘Nós estamos precisando destravar o Brasil’, diz Toffoli

‘Nós estamos precisando destravar o Brasil’, diz Toffoli

Presidente do Supremo Tribunal Federal afirma que 2018 foi 'um ano bastante difícil para todos'

Amanda Pupo e Rafael Moraes Moura/BRASÍLIA

17 de dezembro de 2018 | 23h18

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli discursa durante jantar de confraternização com jornalistas no restaurante. FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, afirmou na noite desta segunda-feira (17) que é preciso “destravar o Brasil”, ressaltando que o ano de 2018 foi “bastante difícil para a nação brasileira”. “Esse foi um ano bastante difícil para todos, todos nós, para o País, para a nação brasileira”, disse o ministro em jantar de confraternização com jornalistas.

Toffoli também desejou que 2019 seja um ano para o Brasil “voltar a crescer, gerar empregos, riquezas e melhor distribuir as riquezas entre todos os cidadãos brasileiros”. “Nós estamos precisando destravar o Brasil. Que o ano de 2019 seja este ano”, completou.

No evento, Toffoli divulgou a data de julgamento do mérito das ações que tratam da possibilidade de execução provisória de pena – como a prisão – após condenação em segunda instância, que ocorrerá no dia 10 de abril. O ministro ainda informou que o plenário do STF retomará no dia 5 de junho o julgamento que trata da descriminalização do porte de maconha para uso pessoal. Cabe ao presidente do STF definir a pauta das sessões plenárias do tribunal.

O ministro ainda explicou a nova sistemática do calendário de sessões do plenário, que ocorrem normalmente às quartas e quintas. A partir de março, haverá uma semana do mês sem plenárias. O número das sessões, no entanto, não deve ser reduzido porque o presidente já programou reuniões extraordinárias para compensar esse hiato.

“Mesmo assim faremos uma sessão a mais do que aconteceu nesse ano, porque para todo feriado, estamos chamando sessão extraordinária (correspondente) para compensar os feriados”, explicou Toffoli.