‘Não existe a menor hipótese de envenenamento’, afirma advogado de Youssef

‘Não existe a menor hipótese de envenenamento’, afirma advogado de Youssef

Foto feita neste domingo mostra doleiro em hospital em Curitiba

Fausto Macedo

26 de outubro de 2014 | 18h25

Fausto Macedo Ricardo Brandt 

O criminalista Antônio Figueiredo Basto, defensor de Alberto Youssef, afirmou que “não existe a menor hipótese” do doleiro ter sido envenenado, conforme boato divulgado ontem. “Alberto Youssef está vivo”, garantiu Basto, afastando definitivamente os boatos de que o doleiro teria morrido.

O doleiro, alvo central da Operação Lava Jato – investigação da Polícia Federal sobre esquema de lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo contratos da Petrobrás – passou mal na hora do almoço, sábado, 25, na Custódia da Polícia Federal em Curitiba (PR).

Em meio a uma queda acentuada de pressão, ele foi levado ao Hospital Santa Cruz, onde permanece internado – Youssef já sofreu infarto em 2013 e, algumas depois de ter sido preso pela Lava Jato, em março de 2014, foi internado.

Uma foto feita dentro do quarto do hospital, em Curitiba, enviado ao Estadão mostra o doleiro na cama, sentado. Ele está magro, com os cabelos raspados, e acordado. Youssef passou a madrugada lúcido e deve ter alta nesta segunda-feira.

“Ele (Youssef) está mal, muito estressado, a família muito pressionada, mas a hipótese de envenenamento está completamente afastada”, declarou o advogado Figueiredo Basto.

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