Moro diz que força-tarefa da Lava Jato ‘tem que continuar’

Moro diz que força-tarefa da Lava Jato ‘tem que continuar’

Em sua conta no Twitter, ministro da Justiça comenta e elogia decisão da procuradora-geral Raquel Dodge que prorrogou por mais um ano atuação do grupo de procuradores do Ministério Público Federal no Paraná

Redação

13 de agosto de 2019 | 18h35

Reprodução

O ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) defendeu a continuidade dos trabalhos da força-tarefa da Operação Lava Jato. Em sua conta no Twitter, o ministro destacou a decisão da procuradora-geral Raquel Dodge que, na segunda, 12, prorrogou por mais um ano os trabalhos do grupo de procuradores da República no Paraná que desmantelou sofisticado esquema de propinas e cartel instalado na Petrobrás, entre 2004 e 2014.

“Enquanto houver casos complexos de corrupção e que demandam atuação de esforço concentrado em equipe, a força tarefa tem que continuar”, prega Moro. “Muito bem.”

Ele assinalou. ‘É o que fizemos na PF, o Governo de @jairbolsonaro reforçou as equipes.’

É a quinta vez que a força-tarefa tem sua atuação ampliada, desde a sua criação, em 2014.

Ao todo, a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba conta atualmente com uma equipe de 69 pessoas, entre procuradores, servidores, contratados e estagiários.

A extensão do prazo de atuação da força-tarefa ocorre em um momento em que reportagens do site The Intercept Brasil têm revelado mensagens atribuídas a integrantes da força-tarefa e a Moro indicando suposto conluio na Lava Jato.

De acordo com a assessoria da Procuradoria-Geral da República, apesar das restrições impostas pela emenda constitucional do teto de gastos, foram destinados no primeiro semestre deste ano R$ 808 mil para as despesas com viagens relacionadas às investigações do esquema bilionário de corrupção na Petrobrás.

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