Ministério da Justiça encerra novo curso de cooperação jurídica internacional com 33 policiais civis formados

Ministério da Justiça encerra novo curso de cooperação jurídica internacional com 33 policiais civis formados

Capacitação penal internacional faz parte do Programa Grotius Brasil e atende agentes lotados em delegacias de combate à corrupção e em unidades de combate ao crime organizado

Redação

25 de novembro de 2020 | 10h37

O prédio do Ministério da Justiça, em Brasília. Foto: Divulgação

O Ministério da Justiça e Segurança Pública, através de seu Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI) e da Diretoria de Operações da Secretaria de Operações Integradas (Diop/Seopi), terminou nesta segunda-feira, 23, mais uma edição do curso de capacitação penal internacional para policiais civis lotados em delegacias de combate à corrupção e em unidades de combate ao crime organizado. Em 2020, 141 agentes passaram pela formação.

O curso faz parte do Programa Grotius Brasil, instituído em 2010 para ampliar os conhecimentos das autoridades brasileiras sobre cooperação jurídica internacional.

“O objetivo é qualificar esses profissionais para que estejam efetivamente mais aptos no exercício de suas missões. Dar condições e conhecimento ao policial traz benefícios a toda sociedade”, explica a diretora do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), Silvia Amélia Fonseca de Oliveira.

No curso, são destacadas as competências do DRCI, é passado um panorama geral sobre a cooperação jurídica internacional, além das atividades da Polícia Federal como representante da Interpol no Brasil e os caminhos da cooperação policial internacional no auxílio de crimes como sequestro de crianças, crimes cibernéticos, assaltos a mão armada, prisão de foragidos internacionais, identificação e bloqueio de criptoativos e tráfico de pessoas. Conceitos, doutrinas e números de casos práticos de extradição, transferência de pessoas condenadas e transferência de execução da pena, também são passados.

“O DRCI possui, entre suas atribuições, ser ponto de contato de diversas redes de cooperação internacional, proporcionando uma comunicação mais direta e célere entre as autoridades, a fim de solucionar problemáticas encontradas no momento da execução das diligências”, diz o coordenador-geral de Cooperação Jurídica Internacional em Matéria Penal do DRCI, Frederico Skora Lieberrenz, que finalizou o curso com informações práticas de como elaborar um pedido de cooperação jurídica internacional e evitar os erros mais comuns que possam atrapalhar o rápido atendimento da demanda.

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