Ministério da Justiça e polícias fazem 137 buscas em 10 Estados e quatro países contra abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes

Ministério da Justiça e polícias fazem 137 buscas em 10 Estados e quatro países contra abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes

Um primeiro balanço divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública indica que 27 pessoas foram presas em flagrante até o momento

Redação

06 de novembro de 2020 | 10h47

Operação Luz da Infância 7. Foto: Reprodução/Polícia Civil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública e as polícias civis de 10 Estados deflagraram na manhã desta sexta, 6, a Operação Luz na Infância 7, com o objetivo de identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet. Um primeiro balanço divulgado pelo MJSP indica que 27 pessoas foram presas.

Ao todo, os agentes cumprem 137 mandados de busca e apreensão no Brasil e em mais quatro países: Argentina, Estados Unidos, Panamá e Paraguai.

As ações realizadas no Brasil se dão nos Estados de Alagoas, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Segundo o primeiro balanço divulgado pelo Ministério da Justiça, houve prisões em flagrante nos Estados de São Paulo (10), Santa Catarina (8), Pará (3), Paraná (3), Alagoas (1) Rio Grande do Sul (1) e Rio de Janeiro (1).

A ofensiva conta ainda com a colaboração da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, por meio da Adidância da Polícia de Imigração e Alfândega em Brasília. Nos EUA, as medidas são cumpridas cidades de Knoxville, Nashville, Dallas, Raleigh e Pittsburgh.

No Brasil, a pena para quem armazena conteúdos relacionados a abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes varia de um a quatro anos de prisão. A pena para o compartilhamento de tal tipo de material varia três a seis anos de reclusão. Já a pena para produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual varia de quatro a oito anos de prisão.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.