Leia o despacho do juiz federal Sérgio Moro sobre a Caça-Fantasmas

32ª fase da Lava Jato mira agência bancária clandestina no Brasil de banco do Panamá que mantinha parceria com escritório especializado em abertura de offshores Mossack Fonseca

Redação

07 de julho de 2016 | 12h18

O juiz federal Sérgio Moro. Foto: Dida Sampaio/Estadão

O juiz federal Sérgio Moro. Foto: Dida Sampaio/Estadão

A Operação Caça-Fantasmas, 32.ª fase da Lava Jato, identificou ao menos 44 offshores constituídas pela Mossack Fonseca por solicitação dos funcionários do banco panamenho FPB, que atuava no Brasil sem autorização do Banco Central. A etapa deflagrada nesta quinta-feira, 7, é um desdobramento da 22.ª fase da Lava Jato, que teve como alvo a Mossack Fonseca & Corporate Services, uma vez que os representantes do banco usavam os serviços da Mossack Fonseca para constituir offshores para seus clientes e procediam à abertura e gerenciamento de contas sediadas no exterior para eles, tudo por intermédio de escritório localizado em São Paulo.

 

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