Lava Jato prorroga temporária de Chambinho por um dia

PF pediu prisão preventiva de ex-vereador do PT, suspeito de desvios em empréstimos consignados; juiz decide esticar por 24 horas custódia do alvo da Pixuleco II para que acusação e defesa se manifestem

Redação

17 de agosto de 2015 | 17h05

Alexandre Romano foi preso na 18ª fase da Lava Jato. Foto: Reprodução

Alexandre Romano foi preso na 18ª fase da Lava Jato. Foto: Reprodução

Por Fausto Macedo, Ricardo Brandt e Julia Affonso

O juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da Operação Lava Jato, prorrogou nesta segunda-feira, 17, a prisão temporária do ex-vereador do PT Alexandre Romano. Ele foi preso na Operação Pixuleco II, 18ª fase da Lava Jato, na quinta-feira, 13.

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A Lava Jato suspeita que Romano tenha recebido R$ 40 milhões em propinas no mercado de empréstimos consignados. A Polícia Federal pediu hoje a decretação da prisão do ex-vereador.

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Moro concedeu um dia para que haja manifestação do Ministério Público Federal e da defesa de Romano. O prazo para o posicionamento de ambos é a terça-feira, 18, às 13h.

“Reputo oportuno ouvir o MPF e a Defesa de Alexandre Romano. Entretanto, a prisão temporária vence na presente data, o que, na prática inviabiliza o contraditório, pois a colocação em liberdade do investigado Alexandre Romano esvaziaria a eficácia da tutela pretendida com a preventiva”, sustentou o juiz da Lava Jato.

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