Júri absolve fundador da Gol de tentativa de homicídio

Tribunal de Brasília livra empresário Nenê Constantino da acusação de mandar matar ex-genro; crime ocorreu em 2008

Redação

16 de junho de 2015 | 23h10

Por Fausto Macedo

neneconstantino

O empresário Nenê Constantino, que fundou a Gol

O Tribunal do Júri de Brasília absolveu na noite desta terça-feira, 16, o empresário Nenê Constantino, fundador da Gol, acusado de tentativa de homicídio de seu ex-genro, Eduardo de Queiroz, em junho de 2008.

Segundo a acusação, Constantino teria contratado dois homens para executar o ex-marido de sua filha. O motivo do crime seria um desentendimento por causa de patrimônio. O empresário estaria irritado com o ex-genro porque não queria dividir os ativos de uma empresa de ônibus de Brasília.

Nesta terça-feira, 16, Nenê Constantino foi levado a júri popular. Os primeiros quatro votos foram pela absolvição do empresário, levando à conclusão do júri. Também foi absolvido o policial militar reformado Antônio Andrade, apontado como intermediário do crime.

“Finalmente, depois de longos anos de agonia foi feita Justiça”, declarou o advogado criminal Pierpaolo Bottini, que defende Nenê Constantino.

A Justiça de Brasília expediu alvará de soltura em favor de Constantino, que cumpria prisão domiciliar.

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