Jornalistas de vários países acompanham julgamento de Lula no TRF-4

Jornalistas de vários países acompanham julgamento de Lula no TRF-4

Cerca de 130 profissionais de imprensa estão na sala do tribunal preparada para equipes transmitirem em tempo real sessão histórica que confirmará se petista permanecerá condenado ou se será absolvido no caso triplex

Julia Lindner, Renan Truffi e Ricardo Brandt, enviados especiais a Porto Alegre

24 Janeiro 2018 | 10h39

Sala de imprensa do julgamento de recursos da Lava Jato do TRF4 – Foto: Eduardo Sander/JFRS

Cerca de 130 jornalistas brasileiros dos quatro cantos do mundo acompanham o julgamento histórico do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva da sala de imprensa montada em um auditório do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), que julga na manhã desta quarta-feira, 24, os recursos contra a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 9 anos e 6 meses de prisão no caso triplex.

Às 10 horas e 28 minutos o relator dos casos da Operação Lava Jato, desembargador João Pedro Gebran Neto começou a fala para leitura de seu voto da sentença de revisão da sentença.

Há jornalistas dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, França, Espanha, Dinamarca, Catar e Argentina entre os credenciados, além dos jornalistas brasileiros. Eles acompanham a sessão por dois telões que acompanham a sessão e transmitem as notícias em tempo real por TV, internet e rádio.

São 43 correspondentes estrangeiros e cerca de 250 profissionais de imprensa do Brasil, que estarão nas áreas destinadas à cobertura jornalística do julgamento, dentro e fora do tribunal. A área interna do TRF-4 é restrita a um grupo.

Ao lado de fora do Tribunal, nas ruas de Porto Alegre e outras capitais do país, manifestantes a favor e contra o ex-presidente aguardam o resultado da sessão.

Inconformado com a pena de 9 anos e 6 meses de prisão imposta pelo juiz federal Sérgio Moro, o ex-presidente recorreu ao Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, a Corte de apelação da Lava Jato. Ele nega ser dono do imóvel do Guarujá, que é visto pelo magistrado, em sentença de julho de 2017, como propina de R$ 2,2 milhões da empreiteira OAS.

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