Janot avisa que ‘providências serão tomadas’ quando terminar mandato de Temer

Janot avisa que ‘providências serão tomadas’ quando terminar mandato de Temer

Leia a íntegra da manifestação do procurador-geral da República ao ministro Fachin apontando 'imunidade temporária' do presidente citado na delação da Odebrecht na Lava Jato

Breno Pires, Rafael Moraes Moura e Beatriz Bulla, de Brasília

04 de maio de 2017 | 05h00

Rodrigo Janot e Michel Temer. FOTOS: FELLIPE SAMPAIO/SCO/STF e DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reafirmou ao ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), que Michel Temer não deve ser investigado, enquanto presidente da República, por crimes ocorridos antes da vigência do mandato. Ele disse, porém, que, após Temer deixar o cargo, existe a possibilidade de “início da atividade de persecução penal do Estado em relação a ele”.

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