Fôlego para as organizações assistenciais na pandemia

Fôlego para as organizações assistenciais na pandemia

Harley Henriques*

20 de março de 2021 | 05h00

Harley Henriques. FOTO: DIVULGAÇÃO

O enfrentamento da Covid-19 traz inúmeros desafios e expõe o quanto a pandemia é avassaladora  na vida das pessoas menos favorecidas e mais vulneráveis.  Estamos falando da população ribeirinha, do morador em situação de rua, de grupos que incentiva empreendedorismo em favelas, das pessoas com HIV e que dependem de apoio assistencial, e tantos outros.

Um cenário de muita instabilidade e incerteza, mas que ajudou a acender a luz para que olhássemos para as organizações  filantrópicas.   Uma questão humanitária.  No dia a dia, são as organizações assistenciais  que ajudam a financiar projetos de diversas ONGs e chegar a essas pessoas necessitadas. E o desamparo dessas entidades que estão na linha de frente 365 dias do ano pode ter grande impacto social.

Desde março de 2020, início da pandemia, as organizações não fecharam as portas, pelo contrário, continuaram oferecendo  os seus serviços de apoio. Mas captando cada vez menos recursos que possibilitem o oferecimento destes trabalhos comunitários.

E por essa razão que o Fundo Positivo, organização que financia há 6 anos mais de 120 organizações sem fins lucrativos em todo o Brasil, está oferecendo apoio financeiro de forma emergencial. Assim, entidades filantrópicas conseguem manter em dia folha de pagamento, aluguel, contas de água e luz, neste período de pandemia de Covid-19.

Não vamos deixar um braço de apoio ter sua missão organizacional ameaçada pela falta de recursos. Devemos incentivar a solidariedade e acreditar que o desenvolvimento social inspira atitudes positivas.

*Harley Henriques é coordenador geral do Fundo Positivo

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