Entenda por que Alexandre pôs a PF no encalço do ‘gabinete do ódio’

Entenda por que Alexandre pôs a PF no encalço do ‘gabinete do ódio’

Leia a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal que decretou buscas em 29 endereços nesta quarta-feira em operação que mira aliados de Jair Bolsonaro, inclusive seis deputados federais e dois estaduais, todos do PSL, antiga sigla do presidente

Redação

27 de maio de 2020 | 16h09

Em decisão de 32 páginas proferida nesta terça, 26, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou uma série de medidas com relação a políticos, ativistas, empresários e blogueiros aliados do presidente Jair Bolsonaro, sob suspeita de ligação com o gabinete do ódio – classificado como ‘associação criminosa dedicada a disseminação de notícias falsas, ataques ofensivos a diversas pessoas, às autoridades e às Instituições, com flagrante conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática’ por Alexandre.

O despacho conta com detalhes sobre a investigação, incluindo trechos de depoimentos de parlamentares e conclusões da perícia sobre postagens e trocas de mensagens entre os investigados. Leia a seguir a íntegra:

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