Entenda o que levou o Ministério Público do Rio a pedir a prisão de Queiroz; leia a manifestação

Entenda o que levou o Ministério Público do Rio a pedir a prisão de Queiroz; leia a manifestação

Em 80 páginas, um grupo de sete promotores de Justiça do Rio esmiúçam uma rotina de crimes atribuídos ao ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro e fundamentam a necessidade da custódia cautelar do homem que acabou preso nesta quinta-feira, 18, em Atibaia, no interior de São Paulo

Pepita Ortega, Caio Sartori, Rayssa Motta, Ricardo Brandt e Fausto Macedo

19 de junho de 2020 | 11h00

Na representação encaminhada à Justiça para deflagração da Operação Anjo, que prendeu o ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz nesta quinta, 18, o Ministério Público do Rio apontou ‘provas suficientes’ da existência dos crimes de peculato – materializados no esquema das ‘rachadinhas’ dos salários de servidores da Assembleia Legislativa do Rio – de lavagem de dinheiro – praticados através de transações bancárias com saques e depósitos em espécie de forma fracionada -, de organização criminosa e de obstrução da Justiça.

No documento de 80 páginas, os investigadores também apontaram que a prisão preventiva era a única medida cautelar que impediria o ex-assessor de Flávio Bolsonaro e sua mulher, Márcia Oliveira de Aguiar, ‘de fugirem da Justiça ou de destruir provas, pressionar testemunhas e coinvestigados, na tentativa de obstaculizar o prosseguimento regular da investigação e da futura ação pena’.

 

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