Educação financeira: pandemia e 13º – como se planejar

Educação financeira: pandemia e 13º – como se planejar

Thais Vasconcellos*

20 de dezembro de 2020 | 05h00

Thais Vasconcellos. FOTO: DIVULGAÇÃO

É certo que um dos principais problemas do brasileiro são as finanças pessoais, especialmente em datas especiais ou ocasiões inesperadas, como a pandemia da covid-19. Então, aqui, você vai encontrar informações importantes, de forma clara e objetiva, para que não se perca neste quesito, pelo menos nos períodos da pandemia e em relação ao 13º salário.

A pandemia desestabilizou muitos lares, mas é possível iniciar um processo de estabilidade e quitar contas. Para começar a se organizar, o primeiro passo é anotar as despesas e avaliar a possibilidade de reduzir custos extras. É importante, também, deixar as anotações à vista, para que a organização não se perca. Se existem dívidas, entre em contato com a empresa e tente negociar juros e formas de pagamento. E, enquanto a dívida não for quitada, gaste somente o necessário. Por fim, deixe o cartão de crédito de lado e não caia em armadilhas que comprometam a renda mensal.

Já no 13º salário, é importante pensar em como ele poderá ajudar em todo o processo de estabilização financeira, sem comprometer o orçamento a médio prazo. Então vamos lá: o 13º pode ser utilizado para quitar dívidas ou assegurar os custos de início de ano, como IPVA, matrícula escolar, seguro de veículos etc. Caso seja utilizado para quitar dívidas, negocie o máximo que puder, para reduzir juros. Atenção também para os feriados de início de ano, como o Carnaval. Se for viajar, evite o cartão de crédito e utilize o 13º para que as férias não virem uma nova dívida. A organização é sempre importante. Caso não tenha um destino certo para o 13º, que tal investi-lo?

*Thais Vasconcellos, especialista em Marketing na Ahfin, fintech RH com foco em saúde financeira

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