Diretor-geral da PF escala delegado Marcello Diniz Cordeiro para Corregedoria

Diretor-geral da PF escala delegado Marcello Diniz Cordeiro para Corregedoria

Mandato do antecessor só terminaria em 2023, mas foi encurtado por decisão do chefe da corporação, Márcio Nunes de Oliveira, que vem promovendo mudanças na cúpula da Polícia Federal desde que assumiu o cargo em fevereiro

Rayssa Motta e Fausto Macedo

28 de março de 2022 | 20h59

Há um mês no cargo, o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Márcio Nunes de Oliveira, ainda não formalizou todas as trocas na cúpula da corporação. Depois de substituir delegados responsáveis por diretorias estratégicas, ele definiu o nome para assumir a Corregedoria da instituição. O Estadão apurou que o escolhido foi o delegado Marcello Diniz Cordeiro.

Ex-superintendente em Pernambuco, Cordeiro também foi adido da Polícia Federal na África do Sul. Desde janeiro, ocupava o cargo de coordenador-geral de Pesquisa Aplicada da Diretoria de Ensino e Pesquisa da Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública do Ministério da Justiça. Ele entra no lugar do delegado João Vianey Xavier Filho, que foi transferido para a Diretoria de Tecnologia da Informação e Inovação.

O delegado federal Marcello Diniz Cordeiro, indicado para a corregedoria da PF, participou de evento em comemoração aos 78 anos da corporação. Foto: Reprodução

Nomeado para a Corregedoria em junho de 2020, Vianey se manteve no cargo por duas gestões – dos diretores-gerais Rolando de Souza e Paulo Maiurino – e teria mandato de três anos, ou seja, ficaria na função até o ano que vem. A Corregedoria da Polícia Federal cuida de investigações internas e reclamações disciplinares contra membros da instituição.

Cordeiro já participou da cerimônia de comemoração pelos 78 anos da corporação, organizada nesta segunda-feira, 28, na nova sede da PF em Brasília, sob o status de ‘corregedor indicado’.

O diretor-geral fez um breve discurso do evento para agradecer aos servidores pelos serviços prestados em prol de uma ‘polícia forte, técnica e independente, com coragem, lealdade, ética e respeito aos direitos humanos’.

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