‘Devemos ser intolerantes com a corrupção sistêmica’, prega Moro

‘Devemos ser intolerantes com a corrupção sistêmica’, prega Moro

Juiz da Lava Jato fala do momento que o País atravessa, se manifesta 'contra o ódio' e sugere calma ante 'ânimos inflamados'

Ricardo Brandt, Julia Affonso e Fausto Macedo

12 de maio de 2016 | 14h36

Sérgio Moro. Foto: Divulgação

Sérgio Moro. Foto: Divulgação

O juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, recomendou nesta quarta-feira, 11, que o País deve tratar das questões ‘contra o ódio’. O magistrado sugeriu calma ante ‘ânimos inflamados’.

Moro falou no Simpósio Comemorativo dos 50 anos do Direito da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná.

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Ex-aluno da UEM, Moro disse ainda que o País não deve desprezar o combate aos malfeitos. “Devemos continuar sendo intolerantes em relação a esses esquemas de corrupção sistêmica”, pregou.

Enquanto Moro discursava na Faculdade de Direito, o Senado fervia. Durante mais de 20 horas, entre quarta e até as 6h33 desta quinta-feira, 12, os parlamentares discutiram e votaram o afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT), abrindo contra ela o processo de impeachment. A votação dividiu o País, provocando protestos de aliados da petista e de opositores.

A petista fica fora temporariamente por 180 dias. O vice-presidente Michel Temer, do PMDB, assumiu interinamente a cadeira que Dilma ocupou por quase cinco anos e meio.

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